Investimentos e Gestão de Caixa — HB Guimarães

Investimentos e Gestão de Caixa — reservas que trabalham pela empresa

Caixa parado em conta corrente é custo. Estruturamos a alocação das reservas da empresa com foco em rentabilidade, liquidez adequada ao ciclo operacional e segurança jurídica.

A maioria das empresas subutiliza seu caixa

Empresas com bom desempenho operacional frequentemente mantêm reservas em conta corrente ou em produtos bancários de baixíssima rentabilidade. A diferença entre um caixa bem alocado e um caixa mal alocado pode representar vários pontos percentuais ao ano — com impacto direto no resultado.

Nossa abordagem parte do mapeamento do ciclo financeiro da empresa — quando o caixa entra, quando sai, qual é o colchão mínimo necessário — para então estruturar uma política de aplicação adequada ao perfil de risco e ao horizonte de cada reserva.


Estrutura de reservas

  • Caixa operacional — liquidez imediata, retorno superior ao das contas bancárias tradicionais
  • Reserva tática — horizonte de 3 a 12 meses, produtos com liquidez e rentabilidade adequada
  • Reserva estratégica — capital para expansão ou oportunidades, prazo mais longo e maior rentabilidade
  • Reserva dos sócios — segregação e gestão do patrimônio pessoal dos sócios, quando aplicável

O que utilizamos

  • Renda fixa pós-fixada — CDI, Selic, liquidez diária ou com prazo definido
  • Renda fixa prefixada — proteção contra queda de juros para reservas de longo prazo
  • Crédito privado — debêntures, CRI, CRA para reservas estratégicas com prêmio adicional
  • Fundos multimercado conservadores — quando adequado ao perfil e ao prazo

Quanto seu caixa rendeu nos últimos 12 meses?

Mapeamos o potencial de melhoria sem custo inicial.

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